Sporting vence Braga nas grandes penalidades e está na final da Taça da Liga

Num jogo equilibrado e disputado mais com o coração que com a cabeça o Braga entrou a todo o gás e facilmente chegou ao golo logo aos três minutos, por Dyego Sousa. Foram momentos de asfixia para o Sporting. Contudo a senda foi mudando com os minutos e a equipa de Marcel Keiser equilibrou o jogo e chegaria ao empate de bola parada, com uma cabeçada forte e colocada de Coates a colocar categoricamente o resultado em sua justiça, o relógio apontava os 37 minutos.
 
O resto do jogo acaba por constituir mais a história das conferências a duas medidas nas figuras do presidente incongruente e de um treinador ressabiado. Sobram os factos que provam que o exagero critico não se prolonga noutras circunstâncias. O Braga reclama um golo anulado, e o Sporting reclama um penalti não assinalado.
 
Mas voltemos ao jogo das quatro linhas. Na segunda parte o Sporting voltou a ter a estrelinha na lotaria dos penalties – combinada à competência de quem marcou e sobretudo quem defendeu, tendo Renan Ribeiro feito esquecer o outro especialista, de seu nome Rui Patrício. Foi um Sporting em modo suficiente menos, em serviços mínimos, com unidades a menos como Bas Dost cuja crise de golos e confiança acabou por dar a titularidade a Luiz Phellype, controlando a espaços um Braga com outra chama e vontade de ganhar, o que dá que pensar no que seria se o Sporting tivesse jogado à Sporting…
O azar no entanto também faz parte do jogo e o Braga podia ter estar na final quando aos 75 minutos Raul Silva, cabeceou à barra após canto de João Novais, o que daria uma grande alegria aos poucos verdadeiros braguistas. O minuto 90 chegaria então, tomando a coisa pelo lado positivo, e parte boa é que na memória não perdurará a fraca figura, falta de nível e o desconsolo histérico de Abel na conferência de imprensa.
 
 
PEDRO NOGUEIRA

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *