Em mais uma entrada fulgurante um Sporting ambicioso e em boa forma arrumou nos primeiros dezasseis minutos de jogo um Estoril ambicioso, mas também romântico que quis jogar cara a cara com os bicampeões com dois golos nos primeiros 16 minutos, não resistindo à enorme qualidade, velocidade, intensidade e beleza da entrada leonina.
Luiz Suaréz, apesar de muito bem marcado e de ter falhado mais que o normal, voltou a bisar e neste momento da época já fez mais golos que Gyokeres na sua primeira época como leão.
Como já aconteceu anteriormente o Sporting até poderia ter marcado mais golos mas baixou de ritmo, quase se tornou displicente com inúmeros passes falhados não respondendo adequadamente ao Estoril que apareceu remoçado e se superiorizou na segunda parte e possivelmente teria reaberto o jogo se tivesse marcado – mas a defesa esteve muito bem e nas três oportunidades que o Estoril para o conseguir Rui Silva esteve à altura.
O respiro do descanso só chegou no prolongamento com Alvalade a vir abaixo com os aplausos pela assistência e o terceiro golo saídos de dois renascidos após longuíssimas lesões: os muito amados nas bancadas Nuno Santos e Daniel Bragança
VN, 03/03/26 Fotografia Jorge Trabulo Marques


