Luz intensa aponta ao título

Com o apoio entusiástico e em força dos muitos adeptos (mais de 46712) que se deslocaram ao Estádio da Luz o Benfica entrouintenso e a carregar e com oportunidades criadas umas atrás das outras, com Jonas em plano de destaque – quiçá motivado pela possível chamada de Dunga à selecção brasileira – com duas boas oportunidades, uma delas a acertar no poste da baliza defendida por Kieszek. Sentia-se, ou melhor, adivinhava-se que o golo era apnes uma questão de tempo. Pois foi o capitão Luisão a confirmar o inevitável. A partir daí, como costuma acontecer sempre que o Benfica marca primeiro, o resto vem a seguir, isto é: mais golos. Sálvio dez minutos depois, Pizzi (grande golo em remate em jeito de fora da área), aos 32, e  Jonas (que bem o mereceu) aos 34. A atmosfera era de festa na Luz. E com mais um punhado de oportunidades, como não podia deixar de ser, acabou a primeira parte.

Segunda parte numa toada mais calma, até que a partir do minuto 51 o Benfica começou a carregar mais e a criar oportunidades, surgindo o golo com a mesma naturalidade da primeira parte, por Lima, na marcação de uma grande penalidade. Lima que aos 63 minutos poderia ter feito um grande golo com um toque subtil de calcanhar a tentar desviar a bola que acabou à figura do guarda-redes.

Aos 67 a expulsão de  Anderson Esiti praticamente coincidiu com a substituição de Pizzi por Talisca. Aos 77 minutos a primeira oportunidade flagrante para o Estoril, com Bonatini a conseguir isolar-se frente a Artur mas a falha clamorosamente atirando ao lado.

Até que aos 85, Jonas marca, a deixar mais uma marca à sua marca de melhor jogador em campo.

Vitória pois justíssima  do Benfica por números que não deixam dúvidas. Nem mesmo o resultado se deve considerar exagerado..