Dos trabalhos interessantes de Jorge Jesus frente ao Benfica há quase dez anos, os lusitanos estão há meio século sem saber o que é ser um protagonista tanto da Liga Europa, tanto da Liga dos Campeões.
Verdade seja dita, a eliminação contra a sensação dos Países Baixos, o Ajax, liderado pelo brasileiro Antony foi o ponto alto dos benfiquistas. Mas até que momento isso deve representar a grandeza da equipa? Sporting com Amorim conquistou seu espaço nacionalmente. Porto vive das glórias recentes continentais nesse século graças ao trabalho de Villa-Boas e o icônico José Mourinho. Sem contar os titulos nacionais que os portistas empilharam na última década.
O complexo do último trabalho de Jesus não rendeu milagres. Eliminando o nocauteado e sem seu Messias, Lionel Messi, o Benfica teve seus sonhos interrompidos na última temporada contra o vice-campeão da competição, Liverpool, já se Jorge Jesus. Caindo de pé, com uma temporada bestial do uruguaio Darwin Nunez, os encarnados mudaram seu percurso no início do ano. A irregularidade na liga NOS, a discussão nos bastidores com o líder médio Pizzi, tudo culminou para a saída do ídolo flamenguista-BRA. Em resposta a diretoria caótica da equipa, uma mudança estrutural. Com a entrada do ídolo Rui Costa, e a aposta no trabalho no alemão Roger Schmidt, além da venda do craque uruguaio para os reds. O ex-médio, ainda não experimentou o amargor da derrota. Algo que para o bemfiquistas era um problema no início das últimas temporadas. Principalmente quando não desempenhava um grande jogo.
O arranque do alemão conta com uma excelente espinha no campo, liderada pelo argentino, e vice-campeão mundial, Otamendi. Nos cinco amistosos diante dos ingleses a mudança de postura contou com a imposição física de atletas questionados na última época, como o excelente Rafa, e o lateral internacional Grimaldo. Evidente que com a manutenção de Gilberto e a boa chegada do avançado e ex-tricolor, Neres, o Benfica vem mostrando o porque ainda não perdeu.
Os dois desafios nas fases preliminares da Champions League, o Benfica não tomou conhecimento do Midtjylland, com um agregado respeitável de 7×2, os portugueses que já despontam entre os favoritos pelo título nacional, vencendo o Casa Pia por um modesto 1×0 e a equipa do Arouca na goleada de 4×0, enfrentou os ucranianos na última fase antes da fase de grupos da UEFA Champions League. Na Ucrânia, Gilberto e Gonçalo Guedes decidiram com tranquilidade, enquanto em Lisboa os homens de confiança de Roger Schmidt definiram no agregado por 5×0. Apenas no primeiro tempo o defesa Otamendi, e os craques Rafa e Neres não tomaram conhecimento, e já definiram os próximos passos da equipa do Estádio da Luz.
A depender dos próximos caminhos, em caso de um grupo modesto, o Benfica pode representar o país da melhor maneira possível.
Edição : Vinícius Azevedo
Fotos: Football Dream/SL Benfica
Última actualização: 25 de Agosto de 2022
Em nome do “Pequeno Gênio”: Benfica vence, joga como poucos e entra na disputa por tempos melhores
No mês em que nos despedimos do génio, Benfica inspira bom futebol e entra na briga por tudo.
Dos trabalhos interessantes de Jorge Jesus frente ao Benfica há quase dez anos, os lusitanos estão há meio século sem saber o que é ser um protagonista tanto da Liga Europa, tanto da Liga dos Campeões.
Verdade seja dita, a eliminação contra a sensação dos Países Baixos, o Ajax, liderado pelo brasileiro Antony foi o ponto alto dos benfiquistas. Mas até que momento isso deve representar a grandeza da equipa? Sporting com Amorim conquistou seu espaço nacionalmente. Porto vive das glórias recentes continentais nesse século graças ao trabalho de Villa-Boas e o icônico José Mourinho. Sem contar os titulos nacionais que os portistas empilharam na última década.
O complexo do último trabalho de Jesus não rendeu milagres. Eliminando o nocauteado e sem seu Messias, Lionel Messi, o Benfica teve seus sonhos interrompidos na última temporada contra o vice-campeão da competição, Liverpool, já se Jorge Jesus. Caindo de pé, com uma temporada bestial do uruguaio Darwin Nunez, os encarnados mudaram seu percurso no início do ano. A irregularidade na liga NOS, a discussão nos bastidores com o líder médio Pizzi, tudo culminou para a saída do ídolo flamenguista-BRA. Em resposta a diretoria caótica da equipa, uma mudança estrutural. Com a entrada do ídolo Rui Costa, e a aposta no trabalho no alemão Roger Schmidt, além da venda do craque uruguaio para os reds. O ex-médio, ainda não experimentou o amargor da derrota. Algo que para o bemfiquistas era um problema no início das últimas temporadas. Principalmente quando não desempenhava um grande jogo.
O arranque do alemão conta com uma excelente espinha no campo, liderada pelo argentino, e vice-campeão mundial, Otamendi. Nos cinco amistosos diante dos ingleses a mudança de postura contou com a imposição física de atletas questionados na última época, como o excelente Rafa, e o lateral internacional Grimaldo. Evidente que com a manutenção de Gilberto e a boa chegada do avançado e ex-tricolor, Neres, o Benfica vem mostrando o porque ainda não perdeu.
Os dois desafios nas fases preliminares da Champions League, o Benfica não tomou conhecimento do Midtjylland, com um agregado respeitável de 7×2, os portugueses que já despontam entre os favoritos pelo título nacional, vencendo o Casa Pia por um modesto 1×0 e a equipa do Arouca na goleada de 4×0, enfrentou os ucranianos na última fase antes da fase de grupos da UEFA Champions League. Na Ucrânia, Gilberto e Gonçalo Guedes decidiram com tranquilidade, enquanto em Lisboa os homens de confiança de Roger Schmidt definiram no agregado por 5×0. Apenas no primeiro tempo o defesa Otamendi, e os craques Rafa e Neres não tomaram conhecimento, e já definiram os próximos passos da equipa do Estádio da Luz.
A depender dos próximos caminhos, em caso de um grupo modesto, o Benfica pode representar o país da melhor maneira possível.
Edição : Vinícius Azevedo
Fotos: Football Dream/SL Benfica
Última actualização: 25 de Agosto de 2022
Dos trabalhos interessantes de Jorge Jesus frente ao Benfica há quase dez anos, os lusitanos estão há meio século sem saber o que é ser um protagonista tanto da Liga Europa, tanto da Liga dos Campeões.
Verdade seja dita, a eliminação contra a sensação dos Países Baixos, o Ajax, liderado pelo brasileiro Antony foi o ponto alto dos benfiquistas. Mas até que momento isso deve representar a grandeza da equipa? Sporting com Amorim conquistou seu espaço nacionalmente. Porto vive das glórias recentes continentais nesse século graças ao trabalho de Villa-Boas e o icônico José Mourinho. Sem contar os titulos nacionais que os portistas empilharam na última década.
O complexo do último trabalho de Jesus não rendeu milagres. Eliminando o nocauteado e sem seu Messias, Lionel Messi, o Benfica teve seus sonhos interrompidos na última temporada contra o vice-campeão da competição, Liverpool, já se Jorge Jesus. Caindo de pé, com uma temporada bestial do uruguaio Darwin Nunez, os encarnados mudaram seu percurso no início do ano. A irregularidade na liga NOS, a discussão nos bastidores com o líder médio Pizzi, tudo culminou para a saída do ídolo flamenguista-BRA. Em resposta a diretoria caótica da equipa, uma mudança estrutural. Com a entrada do ídolo Rui Costa, e a aposta no trabalho no alemão Roger Schmidt, além da venda do craque uruguaio para os reds. O ex-médio, ainda não experimentou o amargor da derrota. Algo que para o bemfiquistas era um problema no início das últimas temporadas. Principalmente quando não desempenhava um grande jogo.
O arranque do alemão conta com uma excelente espinha no campo, liderada pelo argentino, e vice-campeão mundial, Otamendi. Nos cinco amistosos diante dos ingleses a mudança de postura contou com a imposição física de atletas questionados na última época, como o excelente Rafa, e o lateral internacional Grimaldo. Evidente que com a manutenção de Gilberto e a boa chegada do avançado e ex-tricolor, Neres, o Benfica vem mostrando o porque ainda não perdeu.
Os dois desafios nas fases preliminares da Champions League, o Benfica não tomou conhecimento do Midtjylland, com um agregado respeitável de 7×2, os portugueses que já despontam entre os favoritos pelo título nacional, vencendo o Casa Pia por um modesto 1×0 e a equipa do Arouca na goleada de 4×0, enfrentou os ucranianos na última fase antes da fase de grupos da UEFA Champions League. Na Ucrânia, Gilberto e Gonçalo Guedes decidiram com tranquilidade, enquanto em Lisboa os homens de confiança de Roger Schmidt definiram no agregado por 5×0. Apenas no primeiro tempo o defesa Otamendi, e os craques Rafa e Neres não tomaram conhecimento, e já definiram os próximos passos da equipa do Estádio da Luz.
A depender dos próximos caminhos, em caso de um grupo modesto, o Benfica pode representar o país da melhor maneira possível.
Edição : Vinícius Azevedo
Fotos: Football Dream/SL Benfica
Última actualização: 25 de Agosto de 2022


