O Sporting sofreu a bom sofrer e teve de arregaçar as mangas mas lá conseguiu levar de vencido o Moreirense fora tendo vencido por 2-3 depois de estar por duas vezes em desvantagem. Os leões, todavia, mereceram a vitória. Todavia também tiveram de aplicar a sua melhor versão na segunda parte depois de mais uma vez e para não variar, uma primeira parte de nível muito abaixo, mais uma vez quarenta e cinco minutos de bandeja ao adversário.
Num jogo que marcou o regresso de Alan Ruiz ao onze inicial e com os regressos de William e Bruno César, a dar uma outra unidade e solidez à equipa. Os de Moreira de Cónegos voltaram a aplicar a sua melhor versão, só não tanto pelas já confirmadas ausências de Podence e Francisco Geraldes – o primeiro até entrou na segunda parte nos comandados de Jorge Jesus e ajudou a remontada leonina -, de qualquer forma nos limites, um sentido táctico avançado e muito interessante e uma primeira parte irrepreensível.
O ex-leão Dramé marcou pondo a nu as estranhas inseguranças e dificuldades defensivas dos leões esta época. Alan Ruiz ainda empatou, debalde, logo a seguir Boateng marcava expondo a nu a segunda má exibição de Rui Patrício esta época. O Sporting foi para intervalo a perder.
Chegou no entanto o minuto 73 já com Podence em campo, a máxima aplicação a desorientar a turma de Augusto Inácio coroada com um grande golo de Adrien Silva a virar o resultado e a consumar uma importante vitória em terreno muito difícil e nem por acaso em mau estado derivado ás intempéries meteorológicas.
Destaque pela positiva para Bas Dost, que voltou a marcar, e Daniel Podence que desiquilibrou e bem a partida. Pela negativa os supreendentes buracos abertos pela defesa do Sporting, quase a pedir um trabalho de psicanálise.
Com o empate do Braga com o Boavista no Estádio do Bessa os leões reforçam assim o terceiro lugar mantendo a mesma distância para os rivais da frente.


