Zenit 1-2 Benfica (Hulk – 68 / Gaitán – 85 e Talisca 90+6)
E o Benfica continua a brilhar na Europa – confirmando o excelente momento de forma, seu melhor na época – arragaçando as mangas e dando justiça a um marcador que como parece ser apanágio em terras russas teima em ser marcado pela arbitragens. O que, enfim, acaba por ser tão grosseiro como a falta que antecedeu o golo de Hulk a que não apenas o árbitro como toda a uma equipa de arbitragem não achou por bem ajuizar.
Ao todo o Benfica acaba por arrecadar 28,5 milhões de euros e com todo o mérito. E o céu começa a ser o limite…
O mexicano Jiménez foi absolutamente decisivo no jogo, mais a mais num momento em que a moral e o ascendente era russo, estando nos seus pés o remate que permitiu a recarga a Gaitán. Grande exibição também de Éderson, e como não podia deixar de ser, Renato Sanches. A equipa de Villas Boas, apesar de a um nível bastante superior ao que se exibiu na Luz, deixou bastante a desejar, o que não diminui em nada o mérito aos comandados de Rui Vitória, pelo contrário, até porque, factor a assinalar e a saltar à vista é a maturidade da equipa encarnada, sobretudo nos momentos mais delicados da partida em que é necessário sofrer. A verdade é que a equipa está em crescendo e, com um desaire ou outro, os resultados estão à vista, o que para já para quatro dias, é uma tremenda injecção de moral.


