Sporting 1-3 Lokomotiv (Montero – 50, Samedov – 12 e 56 e Niasse – 65)
Foi um jogo de traições. Auto-traições, diga-se. Não que a arbitragem, mais uma vez, fosse excelente, isto para usar da ironia. Porém a verdade é que o Sporting traiu verdadeiramente na sua defesa. Num jogo em que várias opções iniciais foram descartadas. A começar por João Mário – claramente o jogador mais útil da equipa – e a continuar pela não utilização de Slimani, e sobretudo de Carrillo com problemas em renovar contrato e nada põe de parte que possivelmente por esse motivo mesmo seja carta posta fora do baralho. A verdade é que sem Naldo também, forçando mais uma alteração na defesa, e com João Pereira, até saquik desastrado, regressado de uma cura de banco, o Sporting soube ser sempre uma passadeira para o rápidp ataque do Lokomotiv de Moscovo, que usava e abusava das liberdades e dos espaços concedidos pela defesa leonina, que teve no já citado João Pereira mas sobretudo num ultra decepcionante Tobias Figueiredo e num bastantes furos abaixo Paulo Oliveira uuma defesa em nada digna do emblema do leão. Mas fosse só a defesa. O meio campo nunca carburou, Aquilani nem soube recuperar nem distribuir jogo, mais à frent5e, mormente o espectacular golo, Montero foi uma nulidade, Carlos Mané outra.
Os russos, esse ganharam com naturais argumentos, nem precisaram jogar muito, só o bastante, ou até, vamos lá, até menos que o bastante pois o popular Loko não esteve propriamente bem em Alvalade, mas soube vencer e ganhou o jogo com toda a justiça.


