FC Porto compromete mas deixa tudo em aberto para a segunda mão

O FC Porto empatou com a AS Roma, em pleno Estádio do Dragão, tendo o 1-1 final beneficiado mais a equipa forasteira que assim marca um golo fora que pode ser precioso para a segunda mão. Os giallorossi entraram melhor na partida com um dragão algo desorientado sobretudo pelas suas linhas muito afastadas e sem saber o que fazer frente a um adversário agressivo, assertivo e muito forte na pressão. Verdade que a Roma então, pela quantidade de oportunidades criadas, podia mesmo ter selado a eliminatória. O golo, esse, chegaria aos 21 minutos através de auto-golo de Felipe, resultado que podia ter sido mais expressivo após falha de Casillas, com Alex Telles a negar o golo in-extremis
 

Adrián López foi a novidade no onze do FC Porto, juntando-se a André Silva no ataque e em detrimento de Corona, que fora titular no arranque da I Liga frente ao Rio Ave. 

Os azuis a brancos estiveram apagados na primeira parte e à hecatombe que poderiam ter sido os primeiros trinta minutos foram ganhando confiança até que a pressão – já efectiva, não tanto como no segundo tempo em que se tornaria asfixiante – feita sobre a turma romana acabou por ter os seus resultados com o segundo amarelo ao central belga Vermaelen.

No segundo tempo, aos 49’, Adrián López colocou a bola na baliza da Roma e o juiz principal validou o golo. Mas, depois de ter conferenciado com os colegas de arbitragem, estes decidiram anular. Até que através da marca de grande penalidade surgiu o golo de empate: André Silva marcou o seu primeiro golo em competições europeias. Layún e Corona ainda entraram mas o resultado não sofreria transformação. 

Segue-se a segunda mão em Roma, a tarefa, essa, não se afigura nada fácil. O jogo está marcado para 23 de Agosto. 

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