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Leão brilha, mas não verga a Juventus

O Sporting empatou 1-1 com a Juventus e mais uma vez não consegue, in-extremis, levar de vencido um colosso europeu.
Os leões fizeram um bom jogo. Mais a mais com metade da equipa de fora. Destacando-se as ausências de Mathieu, Wiliam Carvalho e Fábio Coentrão. Curiosamente seria este último aquele que sentir-se-ia mais falta. Mérito para Jorge Jesus. Conseguiu montar a equipa muito bem. Com André Pinto a fazer bem o lugar e a não acusar a pressão, mas sobretudo com a benesse de o Sporting ter ganho mais uma certeza, e que certeza: Ristovski. E que grande jogo fez Ristovski. Depois ao desastre habitual de Jonathan Silva, que teima em não utilizar a inteligência e amadurecer, é preciso atribuir a Jesus a sapiência na armação daquele meio-campo, com Battaglia a saber varrer jogo, e Bruno César a render onde pode e sabe render mais: ao meio. Lugar onde faz valer mais o seu atributo de chuta-chuta O que valeu o golo aos vinte minutos após recarga ao remate de Gelson.
O Sporting sabia fazer a pressão alta, cair em cima da Juventus em cima da sua zona de saída e assim impedir a criatividade das suas melhores unidades. Depois, também muito sabiamente, sabia cortar bem jogo ao adversário com as inevitáveis faltas cirúrgicas no momento ais adequado. E a vecchia signira assim se debateu, com muitas dificuldades, apesar da grande exibição e segurança de Rui Patrício. Até ao minuto 79, ao golo, em que Quadrado (e que grande jogo de Quadrado!) soube inventar um golo que Pipita Higuain jamais enjeitaria. E o Sporting perder assim a hipótese de derrotar um colosso europeu, praticamente garantir a Liga Europa, e ter fortes hipótese de seguir adiante na liga milionária.

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